Roberto Aparici inaugura disciplina Epistemologia da Educomunicação

   Na primeira aula da disciplina Epistemologia da Educomunicação, o professor Ismar de Oliveira Soares recebe Roberto Aparici, de Madri, coordenador do livro “Educomunicación: más allá del 2.0”, que fala sobre suas visões e experiências em educomunicação.

Citações / Frases / Ideias

“Devemos educar para o caos, e o caos não é desordem”.

“A colaboração se faz de coletividade”.

– citou o livro de Italo Calvino “Cidades invisíveis” e o filme mexicano Amores Brutos.

-“Como educomunicador, devemos pensar em outras estruturas. Estamos no período de transição. E os jovens que vem chegando, que vamos educar já nascerem na era digital. Muitas coisas que acontecem na rede são digitalizações do que fazíamos anteriormente”.

“Nós educomunicadores proporcionaremos as mudanças. Somos os protagonistas da nova geração”.

“Os mestres, os professores, são responsáveis por formar para o futuro”.

“A universidade não se preocupa com a emancipação e isso tem que mudar”.

Roberto Aparici cita o Movimento dos Indignados, e diz: “Eles podem não mudar o mundo, mas deixam a esperança de que pode haver mudança”.

“Para o jovem , o mundo fora das aulas é muito mais rico que o mundo das aulas, e como fazer essa conexão?”

“Um pedido que eu faço é descubra a narrativa que cada professor utiliza, pois é importante entender o que o outro diz”

– Roberto fala sobre o congresso internacional de Segóvia, que acontecerá  de 13 a 15 de outubro “Educación Mediatica & Competencia Digital

O email de contato de Roberto Aparici é robertoaparici@yahoo.es

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1 comentário

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Uma resposta para “Roberto Aparici inaugura disciplina Epistemologia da Educomunicação

  1. Gian Zelada

    “Para o jovem , o mundo fora das aulas é muito mais rico que o mundo das aulas, e como fazer essa conexão?”

    Amplio a pergunta para “quem” e “em qual lugar” essa conexão vai acontecer.

    Apesar de ter adorado a apresentação, tive a impressão que o discurso ficou muito verticalizado, como se as soluções só pudessem surgir de um grupo (educomunicadores) e devessem ser aplicadas a um público restrito (jovens) quando, na verdade, existe um monte de outros agentes.

    O caldo é tão complexo a ponto de, em muitos casos, serem os “jovens” os portadores das soluções.

    Nessa salada toda sinto falta da formulação de um pergunta mais concisa e contundente, que integre todas essas angústias e preocupações. Algo que sacuda as estruturas para além da prática dissecativa das idéias. Quem se habilita?

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