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Aula Magna com Renata Martins – Educom 2016

RenataMartins_AulaMagna2016

A Cineasta e Educomunicadora Renata Martins esteve conosco no dia 26/02/2016 ministrando a Aula Magna “Educomunicação: Olhares, saberes e transformação”, talando sobre seus trabalhos, trajetória, sobre a ocupação de espaços midiáticos e a representação.

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por | 27 de fevereiro de 2016 · 3:15 pm

A importância de ler/ouvir/sentir as narrativas “não oficiais”

por: Mauricio Virgulino Silva

Ontem no evento Educomunicando ( http://educomunicando.org/ ) o assunto das ocupações das escolas, ações do governo (em letras minúsculas) do estado de São Paulo sobre a “reorganização” das escolas com certeza apareceu.

Falou-se sobre Ética na relação entre Comunicação e Educação.

Os professores Paulo Nassar, Daniel Pansarelli, Gilson Schwartz e Marciel Consani falaram sobre a disputa na produção de narrativas.

Estamos imersos em uma briga por espaço nos meios de comunicação, onde narrativas contraditórias (e ás vezes sensacionalistas) são o tempo todo lançadas para ganhar adeptos que lêem superficialmente as notícias.
E normalmente a narrativa oficial ganha mais espaço por teoricamente ser mais representativa.

Daí a urgência em procurarmos ouvir/ver/sentir as narrativas “alternativas”, pois não se pode ignorar as imagens e textos publicados por alunos das escolas estaduais, por jornalistas, educadores, pais que visitam as escolas,
Não dá também para ignorar as produções feitas por alunos de outras escolas que apoiam o movimento das ocupações.

A importância de escutar as narrativas “alternativas” também se faz presente para contrapor a narrativa oficial sobre a história dos negros, das mulheres, dos indigenas, dos migrantes… etc

Infelizmente ainda a grande mídia e grande parte da população apenas lê/ouve/sente o que é dito “oficialmente”. E com isso vamos fazendo nossa história única oficial excludente.

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Claudemir Viana no Memórias Ecanas 2015

O Prof. Dr. Claudemir Viana, docente do curso de Licenciatura em Educomunicação da ECA-USP, conta a sua história de vida e sua trajetória profissional no projeto Memórias Ecanas. Sua escolha de carreira, sua visão sobre o papel do educomunicador na sociedade e outras histórias são abordadas neste vídeo, material inspirador para todo estudante e profissional de educomunicação, e para os que desejam conhecer esta área de atuação.

O projeto Memórias Ecanas foi criado em 2006, com o objetivo de resgatar as memórias e as narrativas inspiradoras da Escola de Comunicações e Artes. Realizado pelos alunos do sexto semestre de Relações Públicas, o Memórias Ecanas já apresentou mais de 120 memórias de personagens inspiradores da ECA.

Confira o vídeo:

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Projeto desenvolvido pelos alunos: Catarina Vasconcelos, Edson Costa, Henrique Andrade e Victor Barcellos.

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Memórias Ecanas com Denise Eloy

O projeto “Memórias Ecanas” tem como objetivo registrar e eternizar as memórias dos que trilharam e contribuíram significativamente à Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo (ECA-USP).
Neste semestre, alguns alunos da Licenciatura em Educomunicação participaram deste projeto.

Este vídeo traz a conversa com Denise Eloy , jornalista, ex-educadora do Projeto Redigir  e que hoje atua em Educomunicação. Ela fala sobre sua experiência e apresenta a Educom de um jeito muito bacana!

Esta entrevista foi produzida pelos alunos Adriano Leonel, Alexandre Moreira, Flávia Silveira, Leonardo Rudi e Natália Sierpinski.

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Memórias Ecanas com Carmen Gattás

O projeto “Memórias Ecanas” tem como objetivo registrar e eternizar as memórias dos que trilharam e contribuíram significativamente à Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo (ECA-USP).
Neste semestre, alguns alunos da Licenciatura em Educomunicação participaram deste projeto.

Jeff Onoe Ganev e Beatriz Truffi Alves entrevistaram a Profª. Dra. Carmen Lúcia Melges Elias Gattás, que ofereceu relevante auxílio junto à estruturação do curso de Licenciatura em Educomunicação da ECA e oferece a tantos outros serviços à comunidade, sobretudo nos ramos da Educação Ambiental, Educomunicação e Educação a distância.

Veja a entrevista aqui:

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Educomunicadores: Gracia Lopes e o Cala Boca Já Morreu

Gracia Lopes

Grácia. Imagem retirada do site https://www.institutoclaro.org.br/em-pauta/ds/

O começo da história do Educom no Brasil. Ouvi uma pequena parte numa conversa via HANGOUT DO GOOGLE com a professora Grácia Lopes Lima dia 06/12/2013. Grácia, além de professora de Língua Portuguesa, é psicopedagoga clínica, mestra em Ciências da Comunicação e doutora em Educação.

O Projeto EDUCOM.Radio Educomunicação nas Ondas do Rádio surgiu como parte do  Projeto Vida da Prefeitura de São Paulo, coordenado pela professora Dirce Gomes, desenvolvido em 2001 para combater a violência nas escolas. Era um curso coordenado pelo professor Ismar de Oliveira Soares do Núcleo de Comunicação e Educação NCE da ECA / USP. Neste curso, alunos, professores e comunidade aprenderam a usar o rádio e recursos de comunicação na escola, para discutir os mais variados assuntos e promover a paz no ambiente escolar.

Mas talvez o começo esteja um pouco mais para trás… Talvez com a fundação do NCE em 1996, quando um grupo de professores de várias universidades brasileiras interessados na inter-relação entre comunicação e educação resolveram pesquisar esta interface em 12 países da América Latina. Voltaremos a esta parte da história num seguinte post/artigo sobre o professor Ismar.

Na verdade parte desta história de origem começa em 1995, quando o Instituto Gens, empresa de assessoria e consultoria em Educação e Comunicação fundada em 1988 pela Grácia e o filósofo Donizete Soares, fez uma parceria com a Rádio Cidadã, uma emissora comunitária do bairro Butantã em São Paulo. Neste projeto foram produzidos programas de rádio com um grupo de crianças, 10 meninos e meninas, de várias escolas. Nas palavras da Grácia: “Esse grupo de crianças fazia entrevistas entre si, entrevistas com ouvintes que ligavam para a emissora e gradativamente começavam a fazer entrevistas com especialistas das mais diversas áreas: da política, da saúde, da cultura em geral; eles acabaram dando entrevistas para os meninos. Então devagarinho esses meninos passaram a conseguir conversar sem ter texto decorado, com especialistas. E em menos de seis meses o projeto acabou se configurando e sendo conhecido por toda mídia, que ficou surpresa de ver a capacidade de um grupo de meninos leigos, entre sete e doze anos, darem conta de todas as esferas de um programa de rádio (…)

Desta semente surgiu a ONG Projeto Cala-Boca Já Morreu. Em 1997 Grácia conheceu o professor Ismar e em 2001 estava como mestranda na ECA, com sua orientação. É nesta época que Patrícia Horta, integrante do NCE, sugeriu o uso do rádio como proposta para combater a violência, junto ao Projeto Vida. Com sua experiência do Cala-Boca, Grácia foi chamada a formatar a proposta e ser uma das coordenadoras.  O Secretário de Educação Fernando de Almeida e a Prefeita Marta aceitaram a proposta, que foi ofertada como curso para cerca de 12 mil participantes. Uma grande novidade deste curso é que ele não era apenas para funcionários, se estendendo também para alunos e comunidade escolar. Na época, 244 escolas da prefeitura de São Paulo receberam os Kits de Rádio.

Como herança deste projeto, surgiu o Programa Nas Ondas do Rádio.

Ismar e Gracia no principio do educom. Jornal Estadão 2001

Ismar e Gracia no principio do educom. Jornal Estadão 2001

O Projeto Cala-boca já morreu – porque nós também temos o que dizer! ou CBJM continuou crescendo e continuou trabalhando com rádio escolar, além de também investir em outras produções midiáticas feitas por crianças. Um destaque é seu canal de vídeo no Youtube.

Como este artigo acabou falando muito sobre o Educom, por ser meu foco de interesse, e pouco sobre o CBJM, indico esta entrevista onde Grácia fala mais sobre: http://www.ciranda.net/article6205.html?lang=pt_br 
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E aproveito para contar aos colegas que estudam Educomunicação que o CBJM tem um trabalho pioneiro com rádio, óbvia inspiração para o Educom da Prefeitura de São Paulo, e é reconhecido como referência em Educomunicação. Diferente do prof. Ismar, Grácia não reconhece a educomunicação como um novo campo de conhecimento, mas sim como  sinônimo de educação pelos meios de comunicação (no link, tese de doutorado da Grácia). Na minha visão, uma discordância conceitual que de maneira alguma torna a proposta educomunicativa do CBJM incompatível com o que estudamos nos cursos Licenciatura ou Especialização em Educomunicaçao ou o antigo curso Gestão da Comunicação da ECA.
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O vídeo abaixo, produzido por alunos de comunicação da Faculdade Metodista, conta um pouco da história da Educomunicação dando grande destaque para o CBJM. Há depoimentos da Grácia e imagens de Mariana Kz, ainda criança, no primeiro programa da Rádio Cala-Boca Já Morreu. Mariana continuou no projeto desde 1995 e se graduou em Audiovisual pela ECA / USP.

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Guilherme Orozco lança livro sobre Educomunicação na ECA

Guillermo_Orozco_G_mezNo dia 05 de maio (segunda-feira) às 14h, o Professor da Universidade de Guadalajara, no México, Guilhermo Orozco Gómez estará na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP) promovendo palestra sobre “Comunicação e Educação” e o lançamento do livro “Educomunicação: recepção midiática, aprendizagens e cidadania”.

O evento é organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Comunicação (PPGCOM) da USP e pelo curso de Educomunicação da ECA.

A atividade é aberta ao público e gratuita.

QUANDO?

05 de maio às 14h.

ONDE?

Auditório Lupe Cotrim, no Prédio Central da ECA. Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária – São Paulo/SP.

OBS: Haverá transmissão ao vivo pelo site do IPTV USP.

Mais informações:

Agência USP de notícias

USP Eventos

Escola de Comunicações e Artes

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